Potência, material da jarra e número de velocidades mudam bastante o que um liquidificador entrega no dia a dia. Veja o que olhar antes de comprar.
Por Peter Goldstein · Fundador e Editor do RadarCompra · Publicado em 28/08/2026

Na hora de escolher um liquidificador, três fatores pesam mais no resultado final: a potência do motor, o material e a capacidade da jarra, e o número de velocidades disponíveis. Modelos de entrada giram em torno de 550W, enquanto opções mais robustas passam de 1200W — a diferença aparece principalmente ao bater gelo, frutas congeladas ou preparos mais densos.
Para sucos, vitaminas e receitas do dia a dia sem gelo, um motor de 550W como o do Liquidificador Turbo Power da Mondial já dá conta do recado, com a vantagem de ser mais compacto e barato. Já para quem costuma bater gelo, frutas congeladas ou preparos mais grossos com frequência, motores acima de 1000W — como o do Liquidificador Oster 1400 Full, de 1400W, ou o Philips Walita Série 5000, de 1200W — trituram com menos esforço e menos risco de travar no meio do preparo.
Jarras de vidro, como a do Philips Walita Série 5000 (2L de capacidade útil), não mancham nem retêm cheiro de alimentos como pimenta ou alho, mas pesam mais e têm risco de quebrar se caírem. Jarras plásticas "inquebráveis" são mais leves e resistentes a impacto, só que tendem a manchar e reter odor com o tempo, especialmente em preparos com corantes fortes. A escolha aqui é mais sobre rotina de uso do que sobre desempenho: cozinha com criança pequena por perto pesa a favor do plástico inquebrável.
Liquidificadores de entrada trazem poucas velocidades, geralmente 2 ou 3, suficientes para sucos e vitaminas simples. Modelos com mais opções — o Philips Walita Série 5000 tem 12 velocidades mais função pulsar — dão mais controle fino, útil para quem faz desde molhos até preparos que precisam de pulsos curtos para não passar do ponto, como farofas ou paçocas.
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